barro.
O coletivo TeiaMUV. borra as fronteiras espaciais, deriva pelo nordeste e cria ações performativas, instigadas por situações vivenciadas nos centros históricos. Desperta questões relativas as transversalidades e contradições do exagero barroco e das condições sociais permanentes na espetacularização desse ambiente históricamente colonizado e adapta para o consumo turístico. Intervenções como teias conectivas entre corpo-ambiente geram discussões como: Quem come é comido? Para quem é a cidade?




